Ana Belén Montes é uma espiã condenada. Mas não é qualquer espiã. Ela tentou influenciar seus colegas no Pentágono a pensar sobre Cuba como uma ameaça menor e passou informação para a Ilha ao considerá-la em perigo. Assim, 15 anos atrás, diante do Juri…
"Vossa Excelência, eu me envolvi na situação que me trouxe diante do senhor porque preferi obedecer a minha consciência ao invés da lei."  
 
"Eu acredito que nossa política de governo com relação a Cuba é cruel, injusta e profundamente agressiva e me senti moralmente obrigada a ajudar a ilha a se defender de nossos esforços para lhes impor nossos valores e nosso sistema político."  
  
"Meu maior desejo é ver o surgimento relações amigáveis entre Cuba e Estados Unidos." 
 
"Isso possibilitaria a Cuba se livrar de suas medidas defensivas e vivenciar com maior facilidade as mudanças."  

Isto soa familiar em tempos de reaproximação entre Cuba e Estados Unidos. Ana não recebeu nenhum centavo por estar à frente do seu tempo. Ela permanecerá mais 10 anos na prisão a menos que façamos algo para impedi-lo.
 
Por favor, Senhor Presidente, 


¡Liberte Ana Belén Montes!